O Despertar do Fluxo
Arquivo Histórico: O apetite por risco retornou aos mercados emergentes. O Ibovespa recuperou patamares importantes com a força da Vale e o Dólar finalmente furou o piso psicológico, fechando abaixo de R$ 5,00.
Em Alta
Consolidação técnica
R$ 4,98
Piso rompido
+2,45%
Estímulos na Ásia
+1,12%
Setor Financeiro Forte
Veredito Técnico (07/04)
Pressão Setorial
O Fator Vale e China
O Ibovespa encerrou em alta consistente, impulsionado pela valorização das commodities metálicas. A Vale (VALE3) foi a grande protagonista do pregão.
O mercado reagiu positivamente aos novos pacotes de estímulos econômicos anunciados pelo governo chinês voltados ao setor de infraestrutura. Isso elevou os preços do minério de ferro e gerou uma corrida institucional para as ações da Vale na B3.
Alívio no Câmbio
O movimento de queda do Dólar para R$ 4,98 foi um divisor de águas para a confiança do investidor doméstico.
A queda reflete o aumento do diferencial de juros e a entrada vigorosa de capital estrangeiro via bolsa e renda fixa. Esse alívio na moeda ajudou a reduzir a pressão na curva de juros futura, favorecendo também o setor bancário (Itaú e Bradesco).
Ponto de Atenção
Enquanto Vale e Bancos subiam, a Petrobras (PETR4) fechou em leve queda de 0,45%, destoando do índice principal.
- PETR4 (Petrobras) -0.45%
- PETRÓLEO BRENT Volatilidade Externa
O Veredito InfoDireta
O fechamento do dia 07 mostrou que o Ibovespa tinha acumulado "energia" técnica para romper patamares superiores.
Análise: A recuperação da Vale foi o sinal técnico que faltava para validar o rali. Quando os "pesos pesados" do índice (Vale e Bancos) alinham-se com um Dólar em queda, o cenário de curto prazo torna-se extremamente otimista. Este pregão serviu de fundação para o rompimento histórico que veríamos no dia seguinte.