aJADE_IBOV_DATA_INICIOa 14 de Maio aJADE_IBOV_DATA_FIMa
aJADE_IBOV_TITULO_INICIOa Dólar Abaixo de R$ 5,00 Destrava Compras e Bancos Puxam Ibovespa para 178.365 pts. aJADE_IBOV_TITULO_FIMa
aJADE_IBOV_RESUMO_INICIOa O pregão da B3 encerrou sob a égide de uma verdadeira guerra institucional, sacramentando um fechamento ditado pelo compasso do mercado interno. Impulsionado pela quebra do patamar cambial crítico, o Ibovespa engatou um rali agressivo, ignorando o peso de ativos ancorados, e cravou as negociações em alta de +0,72%, alcançando os 178.365,86 pontos.
O núcleo de ignição para a vitória dos Touros (Risk-On) residiu no profundo alívio do Dólar, que sofreu uma retração letal de -0,56% para fechar cotado a R$ 4,98. O retorno do câmbio para a casa dos quatro reais estilhaçou instantaneamente o prêmio de risco incrustado na curva de DIs, o que acionou uma enxurrada de capital rumo às teses de economia doméstica.
O setor financeiro absorveu a primazia deste fluxo comprador. O Itaú (ITUB4 +2,22%) operou na linha da frente puxando o índice de forma categórica, sendo blindado pela estabilidade gravitacional da Petrobras (PETR4 +0,99%). Juntas, as duas Blue Chips selaram o destino positivo e otimista para o capital alocado no Brasil.
Na ponta inversa, assistimos à capitulação em ambiente de Risk-Off para os metais básicos. A Vale (VALE3) consagrou-se como o grande peso morto do pregão, cravando -1,66% (R$ 82,90). A fuga maciça de capitais no segmento global de mineração penalizou severamente o ativo, impossibilitando que o Ibovespa alcançasse cumes ainda mais deslumbrantes.
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